Lavoisier:  “Na natureza nada se perde nada se cria tudo se TRANSFORMA”

LAvoisier Não é revoluç\ão, Lavoisier é partilha antropofágica
Lavoisier é anarquia responsável,
LavoIsier é transcender o universalismo inerente a qualquer um
LavOisier é ser sentido como se não o tivesse, ter como não sendo, o senão, de o ter sido
LaVoisier é voz calada de colónia aborrecida, com caipirinha de povo adormecido
LAvoisiEr cresce desaparecendo do meandro visual, neblina atenta
LAVOISIEr é atenção
LaVOISIER é redenção orgulhosa, pertinente de quem vem da terra,
LaVOIsier é terra em mar bravio, é onda em morro salgado
LavoisiER é Beatles
LAvoiSIER é Catarina Chitas
LavoiSier não é ordem, é progresso
LavOISIEr é miragem no seio Alentejano, com horizonte em Trás-os-Montes
LaVoIsiER é morder como quem beija, é ser como quem seja é ver como quem viu
LavOisieR sempre foi o que será, sem saber de queé feito, sem saber de queéfeito
lAvoisier recusa a esquerda a direita e o centro mas aceita o mesmerismo.
LaVoiSieR é musica cantada, é som tocado por humana mão
LaVoiSIer é John Gil, Caetano Mccartney, Elis Simone, João Buckley, Zeca Buarque, afonso relvas
LavOISIER é esconder o que já se vê, é ouvir o que se quer esconder